10 de dezembro de 2012

campo Foz do Iguazu

Lado argentino de Foz
Conhecemos um garçom argentino que nos rendeu história. Para finalizar o campo, A Juliana, a Andreia e eu decidimos voltar para perto do trem de saída que meu pé estava inchado por conta de uma mordida estranha de um inseto estranho na noite anterior. No bar ao lado estavam o Jefferson, o Fábio e a Bete... Pelo que entendi, o campo havia terminado, mas no fundo sabíamos que o professor não ia gostar de nos ver bebendo. Acontece que o papo com o garçom rendeu tempo e cerveja, e bebemos, conversamos, falamos da Argentina, falamos de futebol e o tempo nos perdemos no tempo rendido até que os professores chegaram. Por  um instante o Jonas pareceu o cão. Ficou de longe junto aos outros professores cada um com a cara pior que o outro, um soltando fogo, outro jogando lenha. Voltamos para o hotel e fomos chamados de lado para a comida, mas como “quando um não quer, dois não brigam” pedimos desculpas, não queríamos ter causado transtorno num campo sabendo que outros campos já renderam o que falar (já havia sugerido isso aos colegas porque conhecia bem onde o calo do Jonas apertava). Cara de arrependidos. Cara de quem não faria mais aquilo.  Acabou tudo bem.

Ah! O garçom. O garçom era torcedor do River Plate e corintiano provisório por causa do título do Corinthians na Libertadores contra o Boca Juniors. Falou de futebol, falou da vida. Segue um pequeno vídeo.