Estava na aula do prof. Kennedy, numa quinta feira, e meu celular toca uma mensagem: a Vanessa me chamando pro bar. Estivemos no bar nesse dia, o prof. Kennedy, o prof. Bonfim, a Vanessa, a Bete, a Lucilene, o Edemilson, o Márcio, eu e outros tantos que já tinham ido embora quando chegamos.
Perdi o trem novamente. Já cansei de contar os dias em que perdi o trem, é que alguma coisa em mim anda pedindo pra ficar.
Antes, meus bares eram em Santo André e região e sempre tinha um jeito de voltar pra casa. Beber em São Paulo esta me custando quase todo meu humor. Até quando vou nessa, não sei.
Estou vivendo um momento estranho, a conversa do bar me faz querer ficar perto, sempre mais perto, mas ainda não perdi essa minha vocação para solidão.
Pois é, perdi o trem, fui então conhecer a casa da Lucilene. No cu do mundo, foi lá que dormi. O lugar parece interior, ouve-se os pássaros, os grilos, o galo cantar. Muita paz... conversamos muito, dormimos tarde...
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| Silvinha que nos acompanhou até o ponto de ônibus. |
