Falaram de um processo que foi desencadeado no dia em que fizemos a inscrição para essa oficina. Na verdade, meu processo se iniciou num dia de julho de 2004 quando entrei na Casa para usar o computador e vi um panfleto anunciando que começava por lá uma Escola Livre de Literatura.
Foi aí que conheci o poeta Cláudio Willer e o Roberto Gonçalves. Foi lembrando do Roberto que decidi escrever aqui hoje. Era meu primeiro contato com pessoas que respiravam literatura e gostei de conhecer gente assim. Sempre gostei de ler, desde criança. Li todos os livros de José de Alencar, Jose Mauro de Vasconcelo e muitos contos de fadas. Até Brida eu li.
Eu não gostava de Guimarães Rosa, tampouco de Clarice Lispector. Um dia falava o Roberto sobre o Narciso que carregamos dentro de nós. Aquilo que gostamos é o que importa (e quanta gente acha que é bom somente aquilo que escreve!). Falava da guerra particular que temos de travar para conhecer novos escritores, já que ler (e ler muito) é o que pode nos faz subir aquele degrau dessa tal literariedade. Escada ainda um pouco obscura (pelo menos pra mim).
O livro a nossa frente, nosso Narciso resistindo e a gente insistindo. Insiste até que um dia o domamos e nossa opção de leitura fica mais variada. E pensando assim foi que permaneci na oficina do Claudio Willer daquele ano que tinha por tema, justo ele, Guimarães Rosa. Li Sagarana. Depois Primeiras Estórias. Hilda Hilst. Primo Levi. E assim foi, e assim vai. Por onde anda o Roberto eu não sei, mas o que ele ensinou permaneceu.
Foi aí que conheci o poeta Cláudio Willer e o Roberto Gonçalves. Foi lembrando do Roberto que decidi escrever aqui hoje. Era meu primeiro contato com pessoas que respiravam literatura e gostei de conhecer gente assim. Sempre gostei de ler, desde criança. Li todos os livros de José de Alencar, Jose Mauro de Vasconcelo e muitos contos de fadas. Até Brida eu li.
Eu não gostava de Guimarães Rosa, tampouco de Clarice Lispector. Um dia falava o Roberto sobre o Narciso que carregamos dentro de nós. Aquilo que gostamos é o que importa (e quanta gente acha que é bom somente aquilo que escreve!). Falava da guerra particular que temos de travar para conhecer novos escritores, já que ler (e ler muito) é o que pode nos faz subir aquele degrau dessa tal literariedade. Escada ainda um pouco obscura (pelo menos pra mim).
O livro a nossa frente, nosso Narciso resistindo e a gente insistindo. Insiste até que um dia o domamos e nossa opção de leitura fica mais variada. E pensando assim foi que permaneci na oficina do Claudio Willer daquele ano que tinha por tema, justo ele, Guimarães Rosa. Li Sagarana. Depois Primeiras Estórias. Hilda Hilst. Primo Levi. E assim foi, e assim vai. Por onde anda o Roberto eu não sei, mas o que ele ensinou permaneceu.