27 de março de 2006

Poéticas da Oralidade - 20 de março


Nesse dia nos dividimos em grupos. O meu (Chico Buarque) recebeu o poema A flor e a Náusea (Drummond) e a tarefa de apresentar nossa impressão sobre ele. Decimos por formar um círculo dizendo palavras aleatória e de momento em volta de uma pessoa. baixaríamos , então, os corpos e as vozes e esse alguém se sobressairia como a flor que rompe o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.

Mas ficamos muito tempo discutindo o poema e nos esquecemos de ensair a apresentação. Quando a Laurentino (que estava no centro da roda) se abaixou junto com a gente e não havia Cristo que a fizesse levantar, bateu um desespero. E a roda ficou cheia de "levanta" "levanta pelo amor de Deus" em sussurros desesperados que ela demorou um pouco pra atender.